terça-feira, 28 de outubro de 2008

Life sucks

E a minha meta de hoje ter um dia de trabalho normal foi completamente por água abaixo quando, até ontem, não fui capaz de acabar o PIGRH.

Porra!

De hoje não passa...acordei eu a pensar...
Mas entretanto já me apercebi que vim trabalhar e me esqueci [completamente] da máquina fotográfica em casa. E logo hoje que até saí com tempo de casa. Que gaita!

Porquê que as coisas nunca correm como planeado?


:(

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

@ work

Está um dia tão bonito lá fora e eu aqui enfiada, entre 4 paredes.

Vida desgraçada...

Só me apetece passeios demorados e castanhas assadas!

Podia ser pelas ruas de Braga ou melhor ainda [com o pai] por aqui...



Jardin des Tuileries



[Da rubrica, sonhando acordada a trabalhar!]

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O tempo



Ou será antes da falta dele? Nem sei…

Hoje, é verdade, apetece-me reclamar da falta dele.
Preciso de muitas horas, minutos e segundos para terminar dois projectos que me estão a dar muito que fazer. E por coincidências da vida (ou não) esta semana o tempo tem voado.

E o trabalho, que era suposto ficar terminado esta semana, ainda nem a meio vai!

Conclusão: trabalho no fim-semana! Tão contente que eu estou!

A porcaria do PIGRH para enviar até segunda no máximo, e uma avaliação ambiental estratégica para analisar e dar parecer até 2ª feira no máximo!
E hoje, já é quinta-feira, e à tarde ainda tenho uma reunião com uns holandeses!
Sim, eu adoro holandeses! Acho que vou perguntar muitas coisas sobre a Holanda e deixar o tratamento da água para outro dia.

Ai, C. não sonhes mais.

CONCENTRA-TE! CONCENTRA-TE! CONCENTRA-TE!

PS – Comprimidinhos para isto alguém tem? Eu juro que estes tomo!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Prémios Lateiros 2008



Se eu mandasse, criava uma nova categoria de prémios a atribuir anualmente.

O Lateiro e a Lateira do ano.

E perguntam vocês... mas que raio de categoria para se dar um prémio a alguém???

Eu, até hoje, também não me tinha lembrado de coisa tão parva mas a vida prega-nos cada partida, óh se prega!

Passo a explicar.

Hoje, depois de almoço, encontrei os ilustres vencedores do Prémio Lateiros 2008, assim num ápice, sem eu sequer estar preparada.


A Lateira

Eu e a colega C. vamos sempre beber café depois de almoço ao bar da SCMM que fica aqui ao lado do cs. Dá para ir pelo interior do edifício e tudo porque são contíguos [vão lá ver ao dicionário que eu espero!].

Quando chegámos lá, sentamos numa das mesas e enquanto eu fui ao balcão buscar os cafézitos (sim, que aqui não há serviço de mesa, há café mt queimado e já é uma lotaria) uma senhora, de seu nome Fernanda [estava escrito na bata, por isso é que sei], achou por bem sentar-se no meu lugar na dita mesa, onde estava a C. sentada e exactamente no lugar onde tinha deixado a minha carteira a "marcar-o-sítio" por assim dizer.

Mas o pior nem foi isto. A C. [eu, entenda-se] vira-se, e qual não é o seu espanto quando vê a dita senhora no seu lugar. Como não gosto de armar estrilho, nem sequer disse nada, nem fiz um sorrizinho/olhar de espanto à C.

Bebi e calei, literalmente!

Quando saímos e a C. me diz que a dita senhora nem sequer pediu licença para sentar, nem disse boa tarde, caíu-me tudo... que p... de lata... pensei logo eu.
E pronto, assim se atribuiu o 1º prémio de hoje.


Mas, nem sonhava eu, [nem estava sequer recomposta da situação anterior] que uma tão má ou ainda pior estava para me acontecer logo logo a seguir.


O Lateiro


Eu, descansadinha da vida no meu gabinete, a tratar das minhas papeladas, e eis que surge à minha porta sempre aberta (sim, que eu sou colega simpática e nunca fecho a porta do gabinete) um dos meus caríssimos colegas de trabalho de uma categoria profissional algo conflituosa [mas não vamos por aí, que isso são outras gerras, outras histórias] e lança a bomba:

- "Tás muito ocupada?"

C: - Porquê?

- "Primeiro diz lá, tás ou não muito ocupada?"

C: - Estou. Tenho muitos ofícios para enviar.

- "Ah, ok, deixa estar, era para ver se me batias ali um texto."

C: E eu não disse nada, claro, mas pensei: Que p... de lata!

Este gajo que passa a hora de almoço e o período das 15h às 17h30 a ler e/ou dormir no carro, tem o descaramento de me pedir semelhante coisa?

Eu devo ter cara de dactilógrafa, só pode!


PS - E é assim a minha vida, um filme autêntico. Com óscares e tudo! :p

Adoro quando me fazes derreter*

" Adoro ver-te enrolar o cabelo nos dedos.
E sim, não precisas de estar preocupada com nada.
Enrola só porque sim!..."


* Às vezes, mas só às vezes, provocas este efeito em mim!

5 coisas...

... que [quase] toda a gente sabe a meu respeito...

1 - Tenho mau feitio, e não é só quando estou com a TPM;

2 - Gosto de enrolar o cabelo nos dedos, principalmente quando estou preocupada com alguma coisa;

3 - Tenho dificuldade em dizer não quando me pedem ajuda, sou aquariana e está explicado;

4 - Quando as conversas não me interessam, desligo completamente;

5 - Não sei disfarçar nada bem; seja para olhar para um gajo giro que passa na rua, seja para fingir que estou satisfeita por estar em determinado sítio ou com determinadas pessoas.
Sou totalmente transparente, densa, enevoada, mas transparente!

E pronto, sou assim... não sei ser de outra forma!


PS - Não curto nada essa cena dos desafios, mas alguém tem de animar a minha blogosfera conhecida, por isso desafio o Limão, o Domingo de Manhã e o Para descomprimir a dizerem, também eles, 5 coisas que toda a gente já sabe a respeito deles.

PS2 - As respostas podem ser cuscadas atarvés dos links ali ao lado

[ ok, tb sou preguiçosa e não me apeteceu pô-los aqui! E quê?]

Cinema Diferente



Ontem fui ao cinema.

IUPI.

Ao cinema em PTG à 3ª feira é feito quase impensável, mas graças ao IPP, todas as terças há cinema à borlix.

Bem, cinema é como quem diz. É um auditório com umas cadeiritas, uma tela meia-gigante e um som de bradar aos céus. A imagem estava à minha frente e o som parece que vinha dos confins da sala, quase da rua.

Fui ver o JUNO. Comédia divertida sobre uma miúda de 16 anos que engravida. Gostei. Fez-me rir. Fez-me sentir que afinal existe gente em PTG, gente nova e alegre e que não se calava durante o filme, mas foi uma sensação boa.

Depois foi chuva molha tolos até casa.